Projeto de Investigação e Desenvolvimento de um software de alarmística com inteligência artificial integrada numa realidade aumenta utilizando como recurso um laser scan 3D.

Projeto de Investigação e Desenvolvimento de uma solução alarmística preditiva com recurso à Inteligência Artificial.
Este projeto foca-se no desenvolvimento de um algoritmo, em que o seu objetivo é analisar os consumos de um determinado edifício, criando um perfil do modo de funcionamento do mesmo com o apoio de algoritmos de Machine Learning (ML). Ao analisar os novos consumos recebidos, estes são comparados com os do perfil criado, alertando em caso de irregularidades nos valores.
Este fundo foi criado, tendo como objetivo o financiamento de medidas que promovam a reabilitação, a descarbonização, a eficiência energética, a eficiência hídrica e a economia circular, contribuindo para a melhoria do desempenho energético e ambiental dos edifícios. Em concreto, pretende-se que as medidas a apoiar possam conduzir, em média, a uma redução, de pelo menos, 30% do consumo de energia nos edifícios intervencionados.
Produtos ÂMAGO Elegíveis:
Tipos de edifícios que o programa abrange
Excetuam-se do disposto nos números anteriores os imóveis da propriedade de pessoas coletivas.
Importa referir que cada candidato está limitado a um incentivo total máximo de 7.500€ por edifício unifamiliar ou fração autónoma e 15.000€ no caso particular de edifício multifamiliar (prédio) em propriedade total.
Caso já tinham sido apoiadas intervenções na 1ª fase do programa, a estes montantes são deduzidos os montantes apoiados desde 7 de setembro de 2020.
Posso apresentar apenas uma candidatura?
O candidato pode apresentar mais do que uma candidatura em diferentes momentos ao longo do prazo para apresentação de candidaturas ao presente programa, desde que as mesmas visem:
Cada candidatura deve incluir apenas uma tipologia de projeto, referente a apenas a um edifício ou fração autónoma.
Os titulares de edifícios de habitação existentes, unifamiliares, bem como edifícios multifamiliares ou suas frações autónomas, construídos e licenciados para habitação a partir de 31 de dezembro de 2006 e até 1 de julho de 2021, apenas podem apresentar projetos referentes às tipologias 3, 4, 5 e 6 referidas no ponto 6.3. do presente regulamento.
Prazo
O prazo para apresentação das candidaturas ao incentivo decorre desde o dia 22 de junho até às 23.59 h do dia 30 de novembro de 2021 ou até à data em que seja previsível esgotar a dotação prevista.
Pagamento do Incentivo
O pagamento do incentivo é efetuado por transferência bancária para a conta do beneficiário identificado no processo de submissão e este notificado através da plataforma do Fundo Ambiental, assim que estejam reunidas as condições para o exercício do direito ao incentivo.
Na ÂMAGO – ENERGIA INTELIGENTE pode contar com peritos qualificados para a emissão do seu Certificado Energético (CE). Contacte-nos e agende já a sua certificação, garantimos qualidade e rapidez no processo.
O Certificado Energético é um documento que avalia a eficiência energética de um imóvel, emitido por técnicos autorizados pela ADENE.
Com a implementação do Certificado Energético, o principal objetivo do SCE é apresentar um conjunto de informação relevante sobre o Desempenho Energético dos Edifícios, tais como:
O Certificado Energético quantifica a eficiência energética de um edifício numa escala de 8 classes (A+, A, B, B-, C, D, E e F), em que A+ tem um excelente desempenho energético e F possui um péssimo desempenho. Além disso, aponta os consumos relativos à climatização ambiente e das águas sanitárias, apontando também melhorias práticas para se reduzir o consumo energético, como a instalação de vidros duplos ou o reforço do isolamento térmico e acústico.
Dessa forma, os moradores do edifício sabem exatamente o que podem fazer a fim de reduzir o consumo energético do seu lar e poupar nas faturas de eletricidade.
A classificação energética de um edifício pode variar seguindo um conjunto de fatores, que o tornarão mais ou menos eficiente. Estes fatores podem ser naturais ou estruturais, variando desde a geografia do seu local de construção até aos materiais utilizados na mesma.
Destacamos os seguintes fatores determinantes para a classificação energética do seu edifício:
Nesse sentido, quanto melhores forem os equipamentos utilizados no edifício e os materiais utilizados na sua construção, melhor será o seu desempenho energético e, portanto, mais poderão poupar os condóminos nas suas faturas de eletricidade.
No site da SCE é possível fazer uma pesquisa de peritos qualificados para a emissão dos certificados energéticos, ou contacte-nos diretamente através de amago.pt
Pode contactar-nos e pedir um orçamento. Tenha em atenção que de nada vale fazer o pedido se não reunir toda a documentação necessária.
Os documentos que precisa de ter em mãos na altura de solicitar o seu Certificado Energético são:
Esse último pode ser substituído por documentos com especificações técnicas dos materiais e sistemas de climatização e produção de água quente utilizados no edifício em questão.
Após a visita ao imóvel e tendo em mãos esses documentos, o perito pode fazer os cálculos que irá introduzir no portal do SCE.
Através da emissão do Certificado Energético pode observar que aspetos do seu edifício devem ser alterados a nível estrutural. Veja esse processo como um investimento: assim poupa nas faturas de eletricidade e evita o desperdício de energia e, consequentemente, dos recursos naturais. Cuide do seu bolso e do ambiente.
A energia fotovoltaica é basicamente a geração de eletricidade através da luz solar, graças ao método de utilização de painéis solares.
É uma energia renovável. Toda a quantidade de energia gerada vem do Sol. Por esse motivo, é considerada inesgotável. Ao contrário dos combustíveis fósseis, a produção de eletricidade não emite gases de efeito de estufa.
Um painel solar é um conjunto de células fotovoltaicas ou células solares. As células fotoelétricas são responsáveis por aproveitar os raios do sol. São dispositivos que, ao receber os fótons, ficam excitados, fazendo com que os elétrons pulem. Esses elétrons geram uma pequena diferença de potencial.
Os sistemas fotovoltaicos são divididos em 2 famílias grandes:
Um caso particular de um sistema isolado é o chamado “híbrido”. Os sistemas solares híbridos permanecem conectados à rede de distribuição, mas usam principalmente os seus recursos. Eles também podem trabalhar com outros sistemas. Por exemplo: solar térmica, eólica, mesmo com gerador elétrico.
Sendo uma tecnologia que produz eletricidade limpa, com recurso apenas à energia do sol, que é uma fonte de energia contínua e limpa, os painéis solares têm mais vantagens do que desvantagens.
Irá gerar eletricidade de modo gratuito e limpo durante o dia, que fará com que cubra grande parte das suas necessidades energéticas dentro da sua casa. Ao ter esta fonte de eletricidade extra, os consumos durante o dia irão amortizar a necessidade de uso de energia da rede.
Se tiver baterias que possam acumular o excedente produzido pelo sistema fotovoltaico, maior será a sua poupança na conta de eletricidade.
Na ÂMAGO – ENERGIA INTELIGENTE, comprometemo-nos a encontrar a melhor solução para ir de encontro às suas expetativas, juntamente com a nossa equipa altamente profissional e especializada.
A ÂMAGO – ENERGIA INTELIGENTE parceiro qualificado, tem as capacidades técnicas e o know-how para estudar caso a caso a melhor solução face às suas necessidades.
A bomba de calor é um equipamento que aproveita a energia do ar ambiente para produzir aquecimento e arrefecimento de um modo muito eficiente, através de um circuito termodinâmico, captando a energia do ar exterior e com um reduzido consumo elétrico produz água quente (até 60ºC) ou água fria de forma instantânea.
Projeto de Investigação e Desenvolvimento de soluções para a inativação de germes, bactérias e vírus, incluindo o Covid19, baseado em sistemas de ultravioletas tipo C.
Para sistemas centralizados de climatização Tudo Ar e locais sem ventilação.
ALG-02-0752-FEDER-005211
De acordo com a Parceria adotada por Portugal e pela Comissão Europeia, PORTUGAL2020 a Âmago Energia Inteligente apresentou uma candidatura no Programa Operacional Regional do Algarve apoiada pelo FEDER com o Projeto “Plano Estratégico de Internacionalização do Software Gemax – Vale Internacionalização”, ao qual foi aceite.
O mesmo consistiu em desenvolver um Plano de Marketing e Internacionalização apoiados por uma consultoria no desenvolvimento do produto, Participação internacional, Produção de site, folhetos e apresentação comercial.
Este projeto surgiu da orientação estratégica da empresa para os mercados internacionais, e os trabalhos realizados tiveram como objetivo principal a análise detalhada dos vários mercados alvo (Espanha, Marrocos e Brasil), com vista ao início do processo de internacionalização na comercialização do software.
Os vários mercados foram devidamente estudados e definidas ações estratégicas para procura e prospeção de novos clientes e parceiros de negócio nessas localizações geográficas. Estas atividades tiveram como objetivo cativar potenciais clientes para a utilização e compra do software GEMAX.
Com o apoio do Portugal2020 no final do projeto a Âmago conseguiu iniciar o seu processo de internacionalização e enfrentar a sua concorrência internacional no mercado externo.
O incentivo FEDER correspondeu a aplicação da Taxa de 75% no valor de 14812.50€ aprovado em 19 Setembro de 2015, sobre o valor das despesas consideráveis elegíveis de 19750€ e calculada nos termos do estabelecimento no artigo 50º do RECI.
Apesar de ser obrigatória por lei, apenas 12,5% dos edifícios do Estado têm a certificação energética. A entidade responsável por verificar estes casos não instaurou processos de contra-ordenação em seis anos.
Apenas 12,5% dos edifícios do Estado têm certificação energética apesar de ser obrigatória por lei, revela o Tribunal de Contas num relatório sobre a eficiência energética dos edifícios públicos. O mesmo documento avança que a entidade responsável pela verificação destes casos, a Direcção-Geral de Energia e Geologia, não instaurou nenhum processo de contra-ordenação em seis anos , apurou ainda o Tribunal de Contas.
A aplicação das directivas n.º 2010/31/UE, relativa ao desempenho energético dos edifícios públicos, e 2012/27/EU, relativa à eficiência energética, devia estar a ser monitorizada através do Barómetro de Eficiência Energética da Administração Pública, responsável por analisar os relatórios anuais dos organismos públicos em matéria de energia. No entanto, isso não acontece – o barómetro está em “fase de reformulação” há anos, o que coloca em causa o acompanhamento da execução do programa ECO.AP e o “apuramento da efectiva redução de consumos”, conclui o relatório do Tribunal de Contas, no relatório tornado público esta quinta-feira.
A abrangência e indeterminação sobre o plano de execução do ECO.AP – o Estado resolveu aplicar uma “abordagem alternativa” para reduzir os custos com energia, mas não responsabilizou nenhuma entidade pela execução – levou a que fossem celebrados apenas três contratos de gestão de eficiência energética com empresas de serviços energéticos, todos por municípios. O que indica que um número significativo de entidades da administração directa e indirecta do Estado não aplicaram medidas previstas pelo programa ECO.AP, nomeadamente “no que respeita à designação dos gestores locais de eficiência energética e à elaboração e implementação de planos de gestão de eficiência energética”.
Na auditoria realizada pelo Tribunal de Contas apurou-se que, nos seis anos do ECO.AP, a maioria das entidades e serviços “não enquadrados por contratos de gestão de eficiência energética” não cumpriram qualquer ponto do ECO.AP: “apenas 16,7% dos organismos da administração directa inquiridos dispunham de plano de acção, abrangendo 11,1% dos edifícios dos serviços centrais, percentagens mais elevadas no caso da administração indirecta, com 46,7% dos organismos e 36,8% dos edifícios. A situação de incumprimento é ainda maior nos serviços periféricos”, conclui o relatório.
O Tribunal de Contas verificou ainda que a esmagadora maioria dos edifícios do Estado não tinham certificação energética e, quando tinham, não aplicavam as recomendações. “Com efeito, não foi assinalado nenhum caso de execução das medidas preconizadas nos certificados em edifícios ocupados pela administração directa (11 edifícios certificados, de um total de 67), assinalando-se apenas quatro casos em edifícios ocupados pela administração indirecta (17 edifícios certificados, de um total de 97)”, lê-se no documento.
O mesmo relatório conclui que estes incumprimentos, quando identificados, não são sancionados. A falta de certificado é punível com coima; e cabe à Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) instaurar e instruir processos de contra-ordenação. O Tribunal de Contas apurou que apesar de lhe terem sido comunicadas estas situações, nenhum processo foi instaurado. Quando confrontada, a DGEG diz que “instaurou processos de contra-ordenação e processos de averiguação”, apesar de não fornecer provas, e afirma que “não lhe foram comunicadas quaisquer situações de incumprimento por parte do sector do Estado”.
As situações de incumprimento que lhes foram chegando foram “sinalizadas e corrigidas pelas respectivas entidades públicas, não tendo dado origem a processos de contra-ordenação”, explicou a Direcção-Geral, quando confrontada pelo Tribunal de Contas.